Festa Junina 2009
Dois pra lá, dois pra cá: do fandango ao cacuriá.

Confira as fotos do Infantil (Sábado)

Confira as fotos do Fundamental (Domingo)

 

Quadrilha, maracatu, frevo, baião de princesa, fandango, cacuriá, forró, cavalo marinho, coco...

Em 2009 a Escola Projeto Vida trouxe, em sua Festa Junina, a diversidade das danças brasileiras. Em cada cantinho do Brasil se encontra uma riqueza de ritmos e gestos transmitidos de geração em geração, compondo a nossa cultura, nosso jeito de ser e de ver o mundo.

As danças brasileiras traduzem a formação do nosso povo, revelam nossas raízes indígenas, africanas e européias. Elas embalam festas religiosas, atos guerreiros ou ainda uma celebração de colheitas, curas e outros fatos que marcam nosso cotidiano e nossa cultura.

Aprecie algumas fotos do grande evento realizado nos dias 20 e 21 de Junho, na Unidade de Ensino Fundamental:

Saiba mais sobre danças brasileiras:

Samba de Roda
Estilo musical caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira, que surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda, ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.

Maracatu
O maracatu é um ritmo musical com dança, típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros, indígenas e europeus, e possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens históricos, tais como: duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha. O cortejo é acompanhado por uma banda que utiliza instrumentos de percussão - tambores, caixas, taróis e ganzás.

Frevo
Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que ao contrário de outras músicas, não possui letra – é simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.

Baião
Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.


Catira
Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O instrumento utilizado é a viola, tocada geralmente por um par de músicos.

Quadrilha
É uma dança típica da época de festa junina. Há um animador que vai anunciando frases e marcando os momentos da dança. Os dançarinos (casais), vestidos com roupas típicas da cultura caipira (camisas e vestidos xadrezes, chapéu de palha) fazem uma coreografia especial. A dança é bem animada, com muitos movimentos e coreografias.

Fandango
As danças do Fandango foram trazidas pelos portugueses dos Açores, e no Rio Grande do Sul apresentam traços marcantes de influência espanhola. Estão intimamente ligadas ao canto e seu principal instrumento é a viola. Tiveram grande voga nos fins do século XVIII e chegaram mesmo a animar as festas palacianas. São muito numerosas e denominam "Marcas". As principais são: Chimarrita, Anu, Quero-Mana, Cana-Verde, entre outras. Sua área geográfica abrange desde São Paulo até o Rio Grande do Sul.

Cacuriá
O cacuriá é uma dança típica do estado do Maranhão, no Brasil, surgida como parte das festividades do Divino Espírito Santo, uma das tradições juninas. A dança é feita em pares, com formação em círculo - o "cordão" - acompanhada por instrumentos de percussão chamados caixas do Divino (pequenos tambores). No final da Festa do Divino Espírito Santo, após a chamada “derrubada do mastro”, as caixeiras do carimbó podem descansar. É neste momento que elas passam à porção profana da festa, com o cacuriá. A parte vocal é feita por versos improvisados respondidos por um coro de brincantes. O ritmo é uma derivação do carimbó maranhense.

Fontes:


 

 

 

 

 


Volte a pagina anterior